Cibersegurança: 3 estratégias que as instituições financeiras devem adotar

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Com o avanço da tecnologia muitos benefícios surgiram no setor financeiro, no entanto, a preocupação com a segurança em ambiente digital também cresceu, à medida que ataques e roubos cibernéticos infelizmente se tornaram mais comuns. No caso das instituições financeiras, as consequências de um ataque cibernético atingem diretamente a reputação da marca e, consequentemente, a relação com o consumidor. Sendo assim, para proteger esse setor, o conceito de cibersegurança é imprescindível.

A cibersegurança se configura em uma série de ações que têm como objetivo defender ativos de informações de sistemas, computadores e servidores, contra qualquer ameaça ou ataque cibernético. Por meio de softwares, a segurança cibernética surge para criptografar dados sigilosos, a fim de proteger essas informações, evitando crimes.

Neste artigo falaremos sobre três estratégias que devem ser seguidas para fortalecer a cibersegurança nas instituições financeiras. Boa leitura!

Cibersegurança no Brasil

Justamente por lidar diretamente com dados sigilosos e com dinheiro, as instituições financeiras são pioneiras em questões de cibersegurança. De acordo com dados da Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2022, atualmente tecnologias voltadas à segurança cibernética e inteligência artificial (IA) são as prioridades de investimentos em tecnologia para 100% dos bancos.

Entretanto, ainda há muito o que avançar e isso pode ser visto na prática. Os números do relatório de Ameaças Cibernéticas 2022, realizado pela SonicWall, apontam que o Brasil está entre os dez países que mais sofrem ataques cibernéticos.

Cibersegurança e ataques hacker

Na maioria das vezes, quando falamos de ataques hackers relacionados às instituições financeiras, o crime é geralmente praticado por intermédio de e-mail de phishing, como demonstra uma pesquisa feita pela Federação Brasileira de Bancos. Segundo o levantamento, esse tipo de crime teve aumento de 80% no ano de 2021. 

No golpe por meio de phishing, o cliente do banco recebe um e-mail muito parecido com o modelo utilizado pelo site de sua instituição financeira. Com isso, a pessoa acaba clicando no link adulterado, fornecendo algumas informações. A partir disso, o vírus é inserido no aparelho e os dados são acessados de forma indevida e utilizados pelos fraudadores.

Estratégias de cibersegurança para as instituições financeiras

Com esse cenário no setor financeiro, é preciso inovar e investir em estratégias que colaborem para uma maior proteção de seus clientes. Pensando nisso, separamos três dicas essenciais.

Para entender os impactos da Cyber Security no Mercado Financeiro, confira este artigo.

1. Rotina de proteção

As instituições financeiras podem e devem usar de ferramentas tecnológicas para criar uma barreira de proteção a seu favor. Isso pode ser feito por meio de estratégias que já são comumente usadas na área e que têm  como objetivo equilibrar benefícios de inovação e funcionalidade com a prática de protocolos rígidos de segurança.

Pensando nisso, a instalação de firewalls, softwares, antivírus, anti-malware e serviços de computação em nuvem são indispensáveis para a construção de uma infraestrutura segura, oferecendo uma ampla camada de proteção para que os dados e finanças dos clientes estejam mais protegidos.

Mas, além disso, também é preciso pensar em como manter esse padrão, o que só acontece mediante  um monitoramento avançado da rede. Por isso, é importante que as equipes estejam atentas para identificar e avaliar riscos, implementando ações de resposta imediata.

2. Cultura de cibersegurança

Pensando justamente nas equipes, é essencial que o setor financeiro considere também o fator humano. Por isso, colocar em prática ações de cultura de cibersegurança é muito importante.

Tais ações se referem a uma série de estratégias para reforçar a segurança no setor, a fim de conscientizar sobre os riscos. Elas são colocadas em prática por meio de um time bem treinado, especializado e preparado para atender às demandas e eventuais problemas ou até mesmo suspeitas. 

3. Plataformas de segurança digital

Por fim, ainda existe a possibilidade de incluir camadas extras de proteção, contando com soluções digitais que oferecem maior segurança em transações realizadas via internet, em sites ou aplicativos

SMS de verificação, leitura de impressão digital e QR Code e extensores para navegador são exemplos dessas soluções. 

Dica bônus: Identidade Digital

Além disso, existem também os serviços de Identidade Digital que visam reconhecer uma pessoa ou uma empresa, por meio de dispositivos e recursos tecnológicos. 

A criptografia por Certificação Digital é uma dessas soluções, indicada para instituições com alto fluxo de dados e informações sigilosas e que, por isso, se tornam alvos de ataques cibernéticos. Por isso,  é essencial que instituições do mercado financeiro se fortaleçam, tornando informações protegidas por meio da criptografia, com um sistema seguro e confiável.  

Além disso, é válido contar também com os Certificados de Segurança On-line, SLL. Por meio dessas ferramentas, o site da empresa se torna um ambiente seguro, tais ferramentas de proteção no meio on-line também contribuem para uma conexão segura. 

Nesse sentido, vale ressaltar que a Soluti é uma IDTech que oferece os serviços citados acima, buscando sempre assegurar a transparência de processos efetuados on-line, seguindo os padrões da legislação brasileira

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